Mostrar mensagens com a etiqueta Apresentação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Apresentação. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 16 de março de 2009

Todd Anderson


Para a minha personagem de apresentação resolvi escolher Todd Anderson personagem interpretada por Ethan Hawk no filme Clube dos poetas mortos.
Inicialmente Todd é uma pessoa reservada e tímida mais um observador do que um participante
No entanto Todd demonstra ao longo do filme que tem o sonho dar significado à sua vida, por exemplo, no primeiro dia de aulas Todd escreve “Carpe Diem “ no seu caderno e imagina como seria contribuir com um verso no poema da vida e ser Grande como as pessoas das fotos que o rodeiam, durante o filme observamos como Todd luta para realizar os seus sonhos e acaba por ser o único que realmente entende os ensinamentos de Keating personagem interpretada por Robin Williams de viver o momento e é o primeiro a subir para cima da secretária em respeito ao professor quando este é despedido.
Eu sinto-me um pouco como Todd gosto de ir devagar ao início e a pouco e pouco ultrapassar as dificuldades e aproximar-me da concretização dos meus sonhos, para que no fim possa gritar um valente “yawp”.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Asterix



A personagem com quem eu me identifico é o Astérix, o famoso herói gaulez. É um personagem de histórias em quadradinhos criada em 1959 na França por Albert Uderzo e René Goscinny.




Eu escolhi este personagem por ser bastante corajoso, inteligente, dificilmente se deixa enganar e responsável, mas também por ter a particularidade de ter um amigo inseparável, Obélix, juntos superam qualquer obstáculo que se oponha nos seus caminhos. Eu próprio também tenho esse amigo sempre bastante presente na minha vida.




Astérix quando vai à luta leva sempre presente a sua poção magica, eu na minha vida também tenho a minha poção magica, o meu espírito e a minha força de vontade.






Estar sempre pronto a ajudar os outros, é uma característica em comum comigo que, na minha opinião, todos a devia-mos ter.






terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Will Turner

Aqui vai a caracterização da personagem fictícia com que mais me identifico… Esta chama-se Will Turner, personagem secundária na trilogia dos Piratas das Caraíbas. Este apresenta-se como um jovem educado, honesto, perspicaz, razoável e orgulhoso, como também, uma pessoa por vezes ingénua e dispassarada. Como se pode ver pelos filmes esta personagem encontra-se sempre pronta para desvendar o desconhecido com um enorme espírito aventureiro e entusiasta.

Eu considero-me mesmo bastante parecido com Will Turner porque para além da descrição dele ter mesmo muito a haver comigo, ele apresenta uma maneira desenrascada de solucionar os problemas que lhe aparecem pela frente tal como eu. Isto até se aplica a nível amoroso em que, tal como eu, quando está ao pé da pessoa que mais gosta, ele fica todo atrapalhado fazendo só asneira. Assim posso dizer que escolhi esta personagem porque existe muito pouca diferença, tanto na maneira de ser como de pensar, entre Will Turner e eu.

domingo, 1 de fevereiro de 2009



DARTACÃO

Existe um "rapaz" meio desajeitado, embora destemido, que encheu a nossa infância com as suas aventuras na conquista do título de "moscãoteiro": O Dartacão!
O Dartacão personificava um jovem decidido a vingar como mosqueteiro, na guarda real do Rei Luís XIV, da mesma maneira que eu também sonhei um dia vir a defender o meu país nas forças especiais da Marinha De Guerra Portuguesa: Os Fuzileiros. E foi por aí que desde cedo me identifiquei com este mini-herói.
O meu herói cresceu no seio de uma família de poucos recursos, simples mas educada e honesta, o que fez dele um jovem forte de espírito, corajoso, prestável e honroso. Características que também estão vincadas na minha personalidade. Na conquista pela sua amada Julieta, ele mostra-se tanto de tímido como de aventureiro, retratando um pouco de mim no que concerne a estes lavores.
Ainda na perseguição do título de "moscãoteiro" ele encontra alguns desafios que o levam a confrontos pessoais com aqueles que mais tarde vêm a ser os seus fiéis companheiros, demonstrando para com eles uma amizade, lealdade e respeito que me caracterizam.
Todos nós encontramos, na vida real ou na ficção, alguém ou uma personagem onde nos revemos, e no meu caso o Dartacão ilustra-me perfeitamente!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

VERÓNICA...


Verónica, sai de casa todos os dias, vestida de coragem, força e vontade de fazer ver aos que com ela privam que se enganaram em outros tempos , quanto à sua pessoa.
No trabalho, apresenta uma seriedade e frieza capaz de intimidar o próprio medo e é desta forma, que marca pontos no seu jogo profissional, no qual o sexo masculino tem mais jogadores.
Quando despe a indumentária pela qual é mais conhecida, cai em si a Primavera…
Sua face iguala-se à de uma boneca de porcelana e em sua voz é derramado um pote de mel que suaviza seu tom áspero arrogante do dia-a-dia.
Uma vez no ninho, veste um pijama de ternura, paciência, carinho e de AMOR.
Sua cria cresce forte, esperta e ganha constantemente segurança em si mesma, graças aos ensinamentos que ela lhe administra inconscientemente.
Progenitora com noção das suas falhas e medos, tudo faz para que a sua «vida» não sofra, não chore e não falhe.
Acredita que vai conseguir sempre proteger a sua «semente» e a ideia de não o conseguir atormenta o seu coração diariamente.
Livro- Pessoas como nós de Margarida Rebelo Pinto

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

TAZ


A personagem com qual tenho muita empatia e gosto é o diabo da Tasmânia (TAZ), criada em 1954 pela warnner brothers fazendo parte integrante dos looney tunnes, é uma figura irreverente mas com alturas em que está bastante calmo. TAZ é uma animação cheia de força e vigor, se lhe aparecer um obstáculo à frente ele ultrapassa-o de um momento para outro derrubando-o, ou se for irritado ou contrariado aí então está tudo tramado porque num ápice torna-se num tornado derrubando o obstáculo colocado à frente, vai buscar as suas forças no seu interior e desta forma atinge todos os seus objectivos.

Andy Dufresne

Em Os condenados de Shawshank, Andy Dufresne (Tim Robbins) é um jovem banqueiro bem-sucedido, cuja vida muda drasticamente quando é condenado e sentenciado a prisão perpétua pelo assassínio da sua mulher e seu amante. Andy era um homem culto e bem educado, tenta adaptar-se à vida na prisão e aos poucos constrói um ambiente muito próximo do que estava acostumado. Os seus conhecimentos eram usados na biblioteca local, nas declarações anuais de imposto de funcionários da prisão e na organização das finanças do director de Shawshank (fazia lavagem de dinheiro para o director, em troca ganhava privilégios na cadeia). Ajudado pelo seu amigo Red (Morgan Freeman) mantém viva a esperança de não terminar os seus dias na cadeia. Traça um objectivo: alcançar a libertação. Esta atitude não só lhe dá esperança, como a força necessária para ir ultrapassando os obstáculos que se lhe deparam. Forma uma equipa. Organiza reuniões com as pessoas da sua confiança. Avalia as metas que vai alcançando. Recolhe informações sobre o que aconteceu a outros prisioneiros. Não desperdiça os pequenos pormenores.

O filme é pesado psicologicamente, com linguagem agressiva e forte. O "happy end" final não é uma consolação para tantas desgraças passadas, mas um corolário das acções escolhidas e vividas. Daí que o título original (The Shawshank Redemption) tenha mais significado que a tradução portuguesa e que, ao terminar, as pistas lançadas na narrativa continuem a ecoar no interior de cada um. Há muitos modos de lutar contra a injustiça. Este filme apresenta uma, que não é a mais fácil de seguir. Mas, pode ser a mais coerente para alcançar a realização pessoal...

Esperança, força, amizade, liberdade, realização pessoal... Não sei se será esta a personagem com que mais me identifico mas sem dúvida é aquela de quem me lembro quando estou perante situações adversas em que necessito de muita força, esperança e de apoio dos meus amigos para alcançar a realização pessoal.

“Preto”

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009



A personagem da minha vida:
Bart Simpson


Bart Simpson é sem dúvida a personagem da minha vida. Considero que tenha uma personalidade parecida com a minha, embora faça parte do mundo animado!
Tal como eu, ele detesta acordar cedo, odeia ler e estudar. Bart adora chocolate e dias de mau tempo para poder faltar às aulas. Muito sinceramente eu também sou a favor desta ideia.
Às vezes sou mal compreendido, mas muito persistente, já o Bart tem estas mesmas características mas com uma vertente de desordeiro.
Assim considero Bart Simpson, que passa sempre o final da aula de castigo, a personagem da minha vida.

sábado, 24 de janeiro de 2009

HAWKEYE

(Personagem do filme “O Último dos Moicanos”)




“cada índio tem o seu nome próprio, o seu nome de guerra e o nome que as tribos inimigas lhe deram”.

Sempre que alguém me pergunta:”qual é o teu filme favorito?“, é extremamente dificil para mim, que sou um adepto ferveroso de cinema, referir apenas uma única película, mas desde logo, o primeiro que me surge no pensamento é “O Último dos Moicanos.” Foi este um dos factores determinantes para a escolha da minha personagem bem como o facto de que, de uma maneira ou de outra, todos nós pertencermos a uma espécie de “tribo”, a qual queremos sempre defender e honrar.
O Último dos Moicanos” de Michael Mann é uma recriação detalhada da turbulenta América colonial e uma saga excitante sobre a guerra entre ingleses e franceses, no século XVIII, por um pedaço de solo americano. Hawkeye é um homem criado por índios, filho adoptivo de Chingachgook e pertencente à tribo dos Moicanos, que aprendeu desde sempre a escutar os ruídos da floresta e a lutar por justiça e pelos princípios moicanos.
O seu nome (Hawkeye) significa “Olho-de-Falcão”, por estar constantemente atento, e os seus inimigos chamam-lhe “Carabina Comprida”, por ser calmo firme e certeiro.
Identifico-me de certa forma com Hawkeye pela enorme força de vontade e persistência, que demonstra ao longo do filme, ao entrar numa guerra que não era a sua e na qual não acreditava. Tudo isto porque se cruza com as filhas de um General Inglês, durante uma tentativa de emboscada encetada pelos franceses. Hawkeye, num acto de coragem desmedido, acaba por salvar as duas jovens e compromete-se a escoltá-las, através da selva que o viu crescer, até território Inglês. Durante esta jornada, Hawkeye é traído por quem confiava, deixa-se humilhar pelos seus inimigos e chega mesmo a sacrificar-se para salvar vidas. Mas é o seu instinto de sobrevivência e a sua capacidade de não se deixar intimidar perante o perigo, que o levam a alcançar o seu tão nobre objectivo.
São todas estas as características a que eu dou valor e espero ter sempre presente na minha vida, para, também eu, conseguir alcançar os meus objectivos.

Captain Jack Sparrow






A personagem que escolhi para este trabalho e com quem me identifico é o mítico e malicioso Capitão Jack Sparrow , do famoso filme: "Pirata das Caraíbas".
O Capitão Jack Sparrow é um pirata fictício e personagem principal de todos os filmes Pirata das Caraíbas que são eles : "Pirata das Caraíbas: A Maldição da Pérola Negra" em 2003; "Pirata das Caraíbas: O Baú da Morte" em 2006 e "Pirata das Caraíbas 3: No Fim do Mundo" em 2007. O personagem é interpretado pelo actor Johnny Deep.
Eu escolhi esta personagem pelo simples facto de identificar-me com ela, por navegar em alto mar, sem rumo, acompanhado por uma bússola desnorteada, que só ele sabia onde esta o levaria. Este portador de um grande sentido de espontaneidade, audácia e grande experiência conseguia sempre sair do fundo do poço, isto durante toda a sua vida. (Lutar com mortos-vivos, remar com a perna de um esqueleto dentro do caixão do mesmo, fugir de uma tribo de canibais, entre outros).
Admiro também nesta personagem o gosto especial que tem pela bebida que todos os piratas sempre que possível bebem, ou seja, sempre!!! Estou a falar do irresistível: Rum!!
O sentido de humor prevalece no espírito deste lobo do mar, mesmo sem notar que o tem, e essa virtude é das que tem mais peso na minha avaliação.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

TOURO SENTADO



Touro sentado, em Sioux, Tatanka Iyotake. Todos nos já ouvimos falar deste grande chefe índio da tribo Sioux, quanto muito, dos filmes de índios e cowboys que nos invadem os cinemas e TV. Em 1954, pela primeira vez, Hollywood cria a personagem no filme intitulado de Sitting Bull (nome inglês para o grande chefe índio).

Touro Sentado, interpretado por Dale Robertson, é um grande guerreiro índio que luta pela liberdade do território e da cultura índia durante a ocupação das suas terras por parte do exército dos Estados Unidos da América.

Neste filme, Touro Sentado reúne as tribos guerreiras, Sioux, Apache e Cheyenne, criando uma força de três mil e quinhentos índios para fazer frente ao poderoso exército norte-americano.

Touro Sentado é um guerreiro, que luta sempre pelos seus ideais, tornando-se assim numa referência e exemplo para mim, a sua persistência, o esforço, as privações, a luta pela vida, e acima de tudo a liberdade, são aspectos que sempre fizeram parte da sua vida, aspectos esses com os quais também me identifico.

Lembro-me de ter uns sete anos, e do filme ter passado na TV, a sua figura altiva, a sua liderança e justiça, marcaram-me muito. Após o seu visionamento, aquando as brincadeiras de índios e cowboys lá na rua, eu era sempre o índio, os meus amigos queriam sempre ser os cowboys pois pensavam que assim eram os “bons da fita”, eu pensava, e ainda penso o contrário, logo, corria sempre tudo bem! A verdade é que me sinto um pouco “índio” e inspirado pelo Touro Sentado, não só por já ter utilizado um corte de cabelo parecido, mas principalmente, pela força que transmite.


Deixo-vos um trecho do filme,
E Touro Sentado disse:

- Dentro de mim tenho dois lobos. Um deles é cruel e mau. O outro é muito bom. Os dois lobos estão sempre à briga.
Quando lhe perguntaram qual o lobo que ganhava a briga, Touro Sentado respondeu:
- Aquele que eu alimentar.




Hú! Índio querer paz!

Tio Patinhas


A personagem que escolhi para me identificar é o Tio Patinhas. Escolhi o Tio Patinhas não por ser uma personagem com que me identifique muito, mas por ser uma personagem pela qual guardo algum carinho dos meus tempos de criança, para além de alguma “inveja”.

Identifico-me um pouco com o Tio Patinhas, por se tratar de uma personagem, autoritária, independente, ambicioso, sonhador e que tem uma família que adora e pela qual e capaz de qualquer coisa, inclusive de perder toda a sua adorada fortuna.

“Invejo-o”, devido há sua enorme fortuna, com a qual poderia gozar tudo aquilo que o mundo tem para oferecer e que por vezes não se tem possibilidade de conhecer e experimentar. Não digo que não venha a experimentar coisas novas no futuro, mas há sonhos que dificilmente se realizarão.

O Coiote

Olá a todos, eu escolhi o Coiote para a personagem com a qual me identifico, para além de gostar desta personagem, da banda desenhada, que anda sempre atrás do Papa Léguas, e tenta de tudo mas nunca consegue, é um pouco aquela história do feitiço que se vira contra o feiticeiro,mas nunca desiste, acho que temos algo em comum. O Coiote também, tem alguma astúcia, porque está sempre a tentar arranjar artimanhas, para apanhar o Papa Léguas,também me acho um pouco astuto. A principal razão, da minha escolha, o facto de nunca ter desistido de nada o que realmente queria, de não virar costas a um bom desafio, porque acho que a vida é um desafio, que devemos ir atrás daquilo que queremos e realmente gostamos.
Isto tudo para dizer, não desistas é preciso lutar pelo que queremos e seguir os nossos instintos, e nunca nos arrependermos de nada que fazemos, por isso força pessoal, não desistam, aguentem até ao fim.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A minha personagem de ficção preferida é o ZORRO. Bem, pelo menos é uma das preferidas. Existem vários traços de personalidade que admiro nesta personagem! Acho que se trata de alguém com carácter e personalidade forte, com determinação e garra, perspicaz, inteligente, destreza e condição física acima da média. Acima de tudo muito humano! Não passa através de paredes, não se teletransporta, não é à prova de bala, não voa, não tem um arsenal de armas e dispositivos electrónicos super/ultra secretos que ainda ninguém conhece, que aparecem e desaparecem por entre as suas vestes mas não pesam nada, etc., etc…. não salta, em fuga, de penhascos enormes para em queda livre entrar pela porta de um avião que está também em queda, a pique e descontrolado, conseguindo estabilizá-lo mesmo antes de se estampar no solo! Não! Ele recorre apenas a uma pistola, uma espada, um chicote e um cavalo (um cavalo muito bem treinado e inteligente mas apenas um bom cavalo), à sua excelente forma física e agilidade acima da média, mas humanas. Ao contrário de muitas personagens de ficção, esta também se magoa com o simples cair do cavalo, tem família, tem namorada (ou não!), tem sentimentos… mesmo assim mantém sempre uma linha de orientação que contempla sempre a noção do que é justo, do que representa o bem e o correcto, tendo sempre a preocupação de agir em prol do bem estar da maioria, da população, sem querer passar por cima dos direitos e regalias da minoria, mesmo com dissabores pessoais: físicos, financeiros ou sentimentais. Porque desta forma procura sempre a justiça ou repor a mesma, com princípio de equidade, é considerado a personagem de um herói. Não é que eu não aprecie os poderes sobre naturais e a tecnologia de outras personagens heróicas mas, de tecnologia sou fascinado/fã da que existe e poderes sobre naturais… não obrigado! Não acredito! Desta forma, no meu ponto de vista, Zorro não é um herói qualquer. Não daqueles “heróis/super heróis” que todos sabemos que não existem, tamanha a insensatez dos métodos, ferramentas, actos ou feitos por eles protagonizados ou utilizados. É um herói bem humano… cuja atitude está ao alcance de qualquer um que lhe queira seguir o exemplo, se dotado de idênticas qualidades e características de personalidade. “Z”
oo7

A personagem com a qual me identifico é com aquela figura mítica do mundo do cinema, sedutor, repleto de adrenalina e de “amor”, de seu nome Bond, James Bond.
A razão de ser desta comparação tem a ver com os meus ideais, a minha forma de pensar e de agir e com a louca paixão que tenho por aquele ser fantástico que é a mulher.
Quem é que nunca ouviu falar de 007, o Agente Secreto ao serviço de Sua Majestade, a Rainha de Inglaterra?
Obviamente, não existe nenhum agente secreto nesta turma, logo esta característica não é uma das que me caracteriza.
Os aspectos em comum mais relevantes são os seguintes:
- O gosto pela acção e adrenalina – alcançados por grandes sessões de pancadaria e por viagens a grande velocidade, em carrões com grandes motores (no mínimo 2.000cc de cilindrada, com turbo e consumos de gasolina superiores a 10lt);
- O vício do Poker – um jogo acima da média, que requer alguma perícia e inteligência e que igualmente proporciona muita adrenalina, obtida pelos elevados montantes dispersos, ordenadamente, como se de um rebanho se tratasse, naquele imenso vale de cor verde, que é a mesa de Poker;
- A paixão e o desejo pelas mulheres – hum… as mulheres!! Aqueles jantares iluminados por velas incandescentes, partilhados com mulheres belas, atraentes, sensuais e casadas.
Não existe relação mais sincera e verdadeira, quente e intensa como uma relação partilhada com uma mulher casada.
Ambos sabemos o que queremos e o que dali esperamos, nada mais sincero e verdadeiro.
Ambos sabemos aproveitar cada momento como se fosse o último e vivê-lo, saboreá-lo, nada mais quente e intenso.

Enfim, para ele pura ficção, para mim uma constante realidade…

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Xander Cage


A personagem da minha vida e com que eu mais me identifico é Xander Cage do filme TRIPLE X.
Xander Cage é um induviduo que leva uma vida de crime até ser apanhado pelas autoridades e ter que escolher entre ir para a prisão ou ajudar a C.I.A numa missão secreta. A sua escolha foi, como é óbvio, ajudar a C.I.A.
Numa das provas para ser escolhido para essa missão Xander não hesitou em ajudar pessoas que não conhecia mesmo correndo risco de vida. Na missão Xander Cage tinha de ajudar a desmantelar um gang que queria começar uma guerra química/nuclear entre países. Apesar de ter levado uma vida de crime Xander, conhecido como Triple X, cumpriu a sua missão com sucesso e iniciou uma carreira exactamente no oposto do que tinha sido a sua vida.
O que me identifica nesta personagem é o querer e a garra de se agarrar à vida, a vontade com que ajuda pessoas sem sequer as conhecer, a escolha de uma vida que seria melhor não só para ele, mas também para quem o rodeia e o seu empenho e profissionalismo numa profissão que mal conhecia.
Despeço-me com a sua frase de eleição: Welcome to the Xander zone. =) LoL

A personagem da minha vida



O Pato Donald é uma personagem de desenhos animados da Walt Disney, tendo sido criado em 1934 (já velhote, ein??).

Donald é um pato branco (tal como eu, mas só na parte do branco), de pernas e bico alaranjados, veste sempre uma farda de marinheiro e não usa calças (mas que batata!!). Curiosamente, quando sai do banho ele aparece enrolado numa toalha que encobre apenas a parte de baixo (ai jAsuuuus!!), a que sempre está à mostra por ele usar apenas a parte de cima da farda (Dhaaa).

Seu nome completo é Donald Fauntleroy Duck (os pais não gostavam dele).

Como já repararam, ele tem tudo a ver com o blogue "daquia3meses" pois não tem casaco, nem botas, nem dinheiro e por isso mesmo teve de vender as calças.

É para mim a personagem da minha vida porque: Primeiro ponto, o pobre desgraçado anda sempre com um azar do catano, e o carro dele até tem a matrícula 313, logo calha bem comigo, porque ainda não ganhei o euromilhões e, pior ainda, não tenho propriamente um Tio Patinhas para auxiliar. A juntar a isso, sou daquelas pessoas a que a sorte não quer nada. Devo cheirar mal.

Segundo ponto, é um pato marinheiro, (Personificação. Ainda sei umas coisinhas, professora) enjoou muitas vezes durante as navegações, algo que tive a felicidade de não partilhar com ele esses momentos íntimos.

Terceiro ponto, o pobre desgraçado namora a Margarida e... Voilà!

E não, não é com a pata dele que eu namoro =p

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Lucky Luke


A personagem da minha vida é o Lucky Luke, que ficou conhecido como o cowboy que dispara mais rápido do que a própria sombra. Luke, enfrenta em todas as suas aventuras, o crime e a injustiça, que em geral, são representados pelos terríveis e broncos irmãos Dalton, em ordem crescente em altura e estupidez, nomeadamente Joe, Jack, William e Averell. O seu cavalo é o famoso Jolly Jumper, o mais esperto do mundo, que muitas vezes é acompanhado pelo Rantanplan, o cão mais estúpido do universo. Seguramente não serei o mais rápido do mundo a disparar uma arma, mas tenho uma grande paixão por elas. Tal como Lucky Luke, sempre quis enfrentar o crime, a injustiça, cumprir e fazer cumprir a lei. Não tenho um cavalo, muito menos o mais esperto do mundo, mas sim uma moto de alta cilindrada. É o meu bichinho de estimação e leva-me onde quero ir a que horas entender. Da mesma forma que ele, tenho um cão que apesar de ser fiel e bom amigo, deve ser o mais estúpido à face da terra.

Garfield


Eu escolhi para personagem da minha vida o Garfield, Garfield é um gato cor-de-laranja listrado. As suas tiras de banda desenhada são publicadas por mais de 2500 jornais de todo o mundo. Foi criado por Jim Davis que tirou o nome do seu avô James Garfield Davis (nome inspirado no 20.º presidente dos Estados Unidos da América, James Garfield). Eu penso que eu e o Garfield temos muitas caracteristicas em comum como o ser preguiçoso, guloso, adorar ver televisao e ser muito sarcástico. Como ele, eu e muitos de nós detestemos as segundas-feiras, mas nem tudo são aspectos negativos tambem há positivos, como o ser sonhador, emotivo, compreensivo, mistico e intuitivo e claro adoro lasagna.

Donatello

Uma das personagens com que mais me identifico é o Donatello das Tartarugas Ninja. Apesar de não ser um líder nato, é o mais inteligente, comunicativo e cauteloso dos quatro irmãos e é aquele que mais pondera as acções do grupo.

É um curioso por natureza e está constantemente a tentar optimizar o desempenho na forma como as tartarugas se defendem, escondem e atacam, daí que todas as engenhocas utilizadas para combater o crime e todas as tentativas de terem uma vida “normal” nos esgotos, são por iniciativa dele. Em termos de relação, preocupa-se bastante com o bem-estar dos irmãos e é sempre aconselhado pelo pai na direcção a seguir. Tem um instinto bastante independente e por isso adapta-se às situações seguindo o seu olho curioso.

Lembro-me que em pequeno tinha tirado um cabo duma vassoura e enrolado papel higiénico no centro, para brincadeiras de rua, com o resto dos interessados em assumir o papel de ninja na luta contra o mal. O arruamento do bairro aos nossos olhos de tartaruga era uma loucura, nem que fosse para passar o mais perto do monstro do cão da vizinha de baixo. Belos tempos! ;)